FC Porto 3-0 Moreirense FC: Foram três podiam ter sido mais

Por Ricardo Lopes Agosto 20, 2017, em FC Porto

FC Porto 3-0 Moreirense FC: Foram três podiam ter sido mais

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fc porto cabeçalhoFoi uma equipa de pelo na venta, à imagem do que havia referido Manuel Machado, que se impôs frente a um Moreirense frágil, incapaz de contrariar o poderio azul e branco. Aboubakar, com três golos, mostrou que está, efetivamente, com a cabeça no Porto, e no Dragão já só se espera que o dia 31 chegue rapidamente.

Ao entrar em campo já conhecedor das robustas vitórias dos rivais na véspera, competia ao FC Porto encarar a partida não só com o pensamento na vitória, mas também com a preocupação de fazer golos, muitos golos. Foram três, poderiam ter sido muitos mais, mas na retina fica mais uma excelente demonstração de brio, capacidade e segurança desta equipa às ordens de Sérgio Conceição.

De novidade no onze inicial apenas a inclusão de Maxi, que relegou Ricardo para a bancada. De resto, tudo igual. Até a dinâmica imposta pelos azuis e brancos no início da partida. Intensos, com rápida circulação de bola, pressão alta e criação de oportunidades, o que é de assinalar quando os termómetros registavam temperaturas altíssimas. O primeiro aviso saiu da cabeça de Felipe, aos 2’, que após um lançamento longo de Maxi obrigou Jhonatan a esticar-se para evitar o golo.

No que aos golos diz respeito, eles chegaram em dose dupla, quase de rajada, aos 18’ e aos 21’, com Aboubakar a chamar a si todas as atenções. Primeiro, uma jogada bem delineada, com a bola a passar do corredor direito até ao esquerdo, onde Brahimi deixa para o cruzamento milimétrico de Alex Telles para a cabeça do camaronês fuzilar Jhonatan. Depois, recuperação em zona alta de Marega, condução de Oliver, devolução a Marega que, à imagem do seu parceiro não consegue converter em golo, cabendo ao Vicent elevar a contagem. A primeira parte não terminaria sem que Danilo ajudasse o guardião cónego a brilhar novamente.

Para o segundo tempo estava reservada a confirmação da tarde brilhante de Aboubakar, que aproveitou um mau cálculo de André Micael para fazer o hattrick e colar-se a Jonas no topo da tabela dos melhores marcadores. Antes disso, a monotonia própria de uma equipa que privilegiou a gestão do resultado e do esforço físico. Sem grandes velocidades, o dragão lá foi tomando conta de todas as operações, sem que do lado visitante fosse possível qualquer aproximação à baliza do espetador Casillas. As entradas de Neto, Fred Maciel e Cadiz pouco acrescentaram. Do lado portista, Otávio, Hernâni e Layún serviram não mais do que poupar peças importantes para a difícil deslocação que se perspetiva no próximo domingo, a Braga.

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O azul e o branco é parte fundamental da vida do Ricardo. O amor pelo FC Porto faz dele um adepto ferrenho dos 'dragões'. Tem na escrita um amor quase tão grande como o que tem pelo clube, sendo sobre futebol que incide a maior parte das suas escrituras. No futuro, espera encontrar no jornalismo a sua ocupação profissional.                                                                                                                                                 O Ricardo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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