Vitória FC 2-0 GD Estoril-Praia: Intensidade sadina levou a melhor

Por Joana Libertador Dezembro 10, 2016, em Clubes Portugueses
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Mais uma noite no Estádio do Bonfim, com o Vitória a apresentar um onze com bastantes alterações. Os sadinos vinham de duas derrotas consecutivas (uma em casa contra o Rio Ave e outra em Alvalade). Já o Estoril apresentava-se numa boa forma, vindo de uma série de quatro vitórias.

Antes do início da partida cumpriu-se um minuto de silêncio em homenagem a Manuel Manita, antigo selecionador de andebol. Incrivelmente, o estádio encontrava-se mais vazio que no último jogo. O Vitória entrou com todo o gás e Edinho desperdiçou uma oportunidade de golo logo ao segundo minuto. Os adeptos sadinos, sem surpresa, foram abafados pelos adeptos “canarinhos”, que, ainda que em pouco número, se fizeram ouvir.

Perto da meia hora, a equipa da casa dominava a posse de bola, mas remates? Nem vê-los. A bola raramente chegava à área e, quando chegava, os vitorianos deixavam-se antecipar e não conseguiam rematar. Aos 33 minutos, João Amaral fez o golo, numa jogada onde Nuno Pinto já tinha rematado para defesa de Moreira. Aos 36 minutos foi mostrado o primeiro amarelo da partida ao número oito da equipa do Estoril, Eduardo, por protestos. As equipas recolhiam assim ao balneário com uma maior eficácia por parte do Vitória, que se fez notar no marcador.

Fabiano Soares mexeu na equipa ao intervalo, retirando o médio Matheus Índio e colocando no seu lugar o avançado Felipe Augusto. Logo aos cinquenta minutos, Edinho, assistido por Nuno Santos, estreou-se a marcar nesta temporada e aumentou a vantagem para os sadinos. Notou-se uma clara evolução na prestação do Vitória, que jogou mais e melhor futebol do que nos últimos jogos. Já a equipa do Estoril pareceu ter ficado no balneário.

A equipa da casa continuava a dominar a partida, explorando todos os espaços do meio-campo dos “canarinhos”, que não conseguiam importunar a defensiva setubalense. Fabiano Soares ainda colocou em campo o jovem Bazelyuk e Bruno Gomes para tentar virar o rumo do encontro, mas não foi bem sucedido. Nos últimos minutos da partida, o Vitória jogava com os onze homens no seu meio-campo, e o Estoril corria pela vida, mas sem grande êxito.

No final, notaram-se os adeptos no Bonfim e, em cima do apito final, fizeram-se ouvir em alto e bom som. No final da partida, o Vitória alcançou os três importantíssimos pontos que o colocam mais longe da linha de água.

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Tem a vaidade, o orgulho, a genica, a chama imensa. Para além da paixão incontrolável pelo Benfica, tem um carinho especial pelas equipas que vestem vermelho e branco. Menos na NBA. Aí sofre por aqueles que vestem branco, ou azul, ou amarelo, ou preto (depende do dia) - os GS Warriors.                                                                                                                                                 A Joana escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
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