Terminada mais uma época desportiva ao nível dos clubes, todo o universo do futebol se centra agora no Mundial da Rússia.

Portugal, inserido no grupo B, estreia-se no segundo dia de competição, frente à Espanha. No entanto, a preparação da Seleção Nacional já há muito teve início. Um mês antes do pontapé de saída na Rússia, Fernando Santos anunciou uma das decisões mais importantes: os 23 convocados para a fase final.

Face a um leque de opções alargado, o Engenheiro optou pela variedade. No grupo que vai seguir viagem para a Rússia, todos os jogadores apresentam caraterísticas diferentes, tendo utilidades repartidas pelos diversos contextos.

Assim, até à estreia da Seleção Nacional, o Bola na Rede vai definir, numa palavra, aquele que pode ser o principal contributo de cada jogador para a equipa das Quinas.

 

Rui Patrício: Segurança.

O guarda-redes leonino já é o titular há vários anos e, no Euro 2016, revelou-se verdadeiramente decisivo na conquista lusa. A final, frente à França, foi a maior demonstração do papel que o guardião pode ter: com sete defesas e três saídas aéreas, Rui Patrício manteve a baliza portuguesa inviolável.

É certo que, para não sofrer golos, será sempre preciso mais do que um grande guarda-redes. Mas a verdade é que, com Patrício em campo, a baliza pode ficar a salvo mesmo quando a organização defensiva falhar. E essa certeza transmite uma confiança que contagia toda a defesa da equipa das quinas.

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Futebol

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