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No jogo que deu início ás meias-finais da Euroliga feminina, o Benfica e Voltregà proporcionaram um bom espetáculo de hóquei em patins. Numa partida onde as espanholas estiveram grande parte do tempo na frente, uma grande parte final das jogadoras encarnadas colocou o Benfica na final de amanhã.

O Benfica até parecia ter entrado melhor, mas com pouco mais de um minuto jogado, num lance de contra-ataque, Berta Tarrida inaugurou o marcador.

A perder, as encarnadas tentavam reagir ao golo sofrido muito cedo, mas a tarefa de entrar na defensiva espanhola não estava a ser nada fácil. A única oportunidade realce, foi uma bola que o Voltregà não cortou e Inês Viera enrolou para a defesa de Teresa Bernadas.

Perto dos seis minutos de jogo, Marlene Sousa arrancou ainda antes do meio campo e, atrás da baliza, enganou a defensiva espanhola e deixou o esférico para à marce de Rute Lopes que não desperdiçou. Na resposta, o Voltregà não perdoou e por intermédio de Berta Tarrida voltar a passar para a frente. Pouco depois, um novo empate esteve perto, mas Teresa negou o segundo tento das águias.

Inicio de jogo complicado para o Benfica, pois, embora fosse a equipa com mais chances de golo, a bola não estava a entrar. Por outro lado, o Voltregà estava a ser muito mais eficaz, tendo conseguido aproveitar as reais oportunidades de perigo de que dispôs.

Não esteve bem durante grande parte do jogo, mas na parte final da partida, quando a equipa mas precisava, a magia de Marlene Sousa apareceu, tendo sido determinante
Fonte: BnR/Carlos Silva

Jogados pouco mais de dez minutos de jogo, Marlene Sousa recuperou a bola a meio campo e seguiu isolada para a baliza espanhola, mas não conseguiu fazer o golo do empate. Quase de seguida, “Maca” Ramos apostou numa stickada de meia distancia, mas Bernadas voltou a impedir a igualdade. As oportunidades sucediam-se e logo depois, foi a vez de Marlene Sousa voltar a falhar o empate. Marlene continuava a tentar e segundos depois, enviou o esférico à barra.

O Voltregà estava a sofrer, mas nas poucas vezes em que conseguir sair para a meia pista adversária, alguns ressaltos, por pouco, não as faziam chegar ao terceiro golo. Numa dessas situações, após um lance em que Inês Viera poderia ter criado muito perigo para a baliza espanhola, Adriana Gutierrez ganhou a bola na sua meia pista e fez o 3-1.
Com dois golos por recuperar, Paulo Almeida pediu um “time-out” para dar instruções ás suas atletas e essa pausa quase que resultava, mas Rute Lopes não conseguiu bater Bernadas. Sem conseguirem marcar, as jogadoras das águias pareciam começar a demonstrar algum stress, pois, estavam a usar e abusar, cada vez mais, de stickadas de meia distancia que, das duas uma, ou passavam por cima ou eram facilmente paradas pela guardiã espanhola. Faltava critério.

Chegado o intervalo, o Benfica era quem tinha tido mais oportunidades e quem estava por cima, mas a grande eficácia do Voltregà e, sobretudo, Teresa Bernadas, estavam a fazer diferença no desfecho da primeira semifinal.

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