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Francisca Jorge, tenista natural de Guimarães atualmente a treinar no Centro de Alto Rendimento do Jamor, sagrou-se aos 17 anos de idade campeã nacional absoluta. Poucos dias após essa conquista o Bola na Rede esteve à conversa com a atual número 795 do ranking WTA e pôde constatar que a ambição e a maturidade da jovem atleta poderão leva-la a atingir patamares (ainda) mais elevados na modalidade. 

Bola na Rede (BnR): Francisca Jorge, comecemos pelo feito mais recente e, provavelmente, o mais significativo da tua ainda curta carreira: sagrares-te, recentemente, campeã nacional absoluta. Este era um título que, a priori, sabias que poderia estar ao teu alcance?

Francisca Jorge (FJ): Ganhar o nacional não era algo que eu esperasse alcançar de momento, mas definitivamente era algo que eu ambicionava e desejava, e trabalhava para tal êxito.

BnR: Depois de seres já campeã nacional de sub-18 (por dois anos consecutivos), o que representou para ti o título de campeã nacional absoluta?

FJ: Ser campeã nacional de sub-18, embora o tenha sido por duas vezes, apesar de ser muito gratificante não se compara a ser campeã nacional absoluta. O título de campeã absoluta é muito mais motivador e valorizado.

Com apenas 17 anos de idade, Francisca Jorge sagrou-se campeã nacional absoluta de ténis  Fonte: Federação Portuguesa de Ténis
Com apenas 17 anos de idade, Francisca Jorge sagrou-se campeã nacional absoluta de ténis
Fonte: Federação Portuguesa de Ténis

BnR: Com 17 anos de idade tens ainda pela frente mais um ano de escalão júnior. Daqui em diante, a aposta passará pelo circuito profissional ou por sedimentares a tua posição no ranking internacional júnior?

FJ: Este ano vou apostar mais nos seniores e tentar subir mais no ranking WTA, mas farei um ou outro torneio júnior (campeonato individual e de equipas, se for convocada).

BnR: No final de 2016 afirmaste que o teu principal objetivo para este ano (2017) seria ter ranking WTA. Agora que já o alcançaste, qual é o principal objetivo para 2018?

FJ: O principal objetivo é tentar jogar o qualifying de um torneio do Grand Slam, talvez o US Open visto ser o último, mas sem qualquer expetativa.

BnR: És uma tenista com duas particularidades: tens na terra batida a tua superfície de eleição e tens conseguido bons resultados na variante de pares. Para o(s) próximo(s) ano(s), é seguro afirmar que manterás a aposta em torneios em terra batida e na variante de pares?

FJ: Eu penso que não é bem assim que se vai preparar a época, mas claramente vou jogar pares nos torneios em que estiver inscrita e nunca esquecerei os torneios em pisos rápidos e relva.

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