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Quem acompanha futebol sabe certamente que os treinadores portugueses estão na rota do futebol europeu. E os treinadores portugueses têm dado muito que falar pela Europa fora, seja pela qualidade que mostram dentro de campo, pela forma como comunicam com a imprensa, ou pelo seu estilo.

É nesta questão do estilo que quero tocar. Enquanto existem treinadores mais introvertidos, quer na comunicação, quer no estilo de jogo; também existem treinadores mais ousados, que possuem uma abordagem ao jogo mais aberta e corajosa. Analisemos o perfil de cada estilo:

Estes treinadores mais ousados são treinadores que por norma, tem uma identidade de jogo bem definida e que nunca em circunstância alguma se desviam dela, apresentando por norma, uma equipa que joga um futebol aberto e ofensivo, conservando a posse de bola e procurando jogar de forma apoiada, de pé para pé. Procuram construir uma equipa que trate bem a bola e que jogue um futebol atractivo, que entretenha os adeptos.

Miguel Cardoso tem mostrado uma ideia de jogo bem definida
Fonte: Rio Ave FC

Já os treinadores mais conservadores, como o adjectivo indica, possuem uma abordagem mais conservadora ao jogo, mais cautelosa e calculista. Antes de mais, são treinadores que não jogam para o espectáculo, não jogam nem querem jogar. São antes treinadores que apostam forte na preparação teórica do jogo e no estudo da forma de jogar do adversário, estabelecendo como prioridade a anulação deste. Como tal, esta é uma estratégia que pode variar mais consoante as características do adversário e do próprio jogo em si.

Mas afinal, qual destes estilos será o mais vantajoso e o mais adequado num clube grande? As opiniões dividem-se…

Por um lado, estes treinadores mais ousados costumam ser mais populares pelo seu futebol mais atractivo, por outro lado, a coragem que estes possuem também é questionada em certas ocasiões, principalmente em jogos contra equipas de maior valia.

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