fc porto cabeçalhoNa época passada, o mexicano foi, para muitos, o melhor jogador do FC Porto, contribuindo com 6 golos e 15 assistências (melhor assistente do campeonato). Nesta época, todos pensavam que o lugar continuaria seu, até porque o FC Porto avançou com a compra em definitivo do passe do jogador mas o mesmo não aconteceu. Com a contratação de Alex Telles, Miguel Layún foi relegado para segundo plano no plantel portista, tendo o brasileiro agarrado o lugar desde o início da época.

Com efeito, começou a ficar sentado no banco sendo substituto ora de Maxi, ora de Telles. Porém, o maior sinal de quebra é demonstrado quando o FC Porto venceu o Rio Ave no Estádio do Dragão mas onde o mexicano fica ligado aos dois golos dos vila condenses e agora, no jogo na Madeira onde Maxi Pereira estava castigado e Layun seria o substituto natural até que não compareceu na lista de convocados tendo saltado para o lugar Fernando Fonseca da Equipa B portista.

Fonte: Facebook oficial de Miguel Layún
Fonte: Facebook oficial de Miguel Layún

Rumores surgiram de que o mexicano não anda a treinar com afinco, outros que tem conflitos com o treinador Nuno Espírito Santo, certo é que Layún não padecia de qualquer problema físico que o impedisse de dar o contributo à equipa, dando a entender que Nuno Espírito Santo não estará, neste fase, disposto a dar mais oportunidades a um jogador que, recorde-se, não é utilizado desde 19 de março, dia em que os dragões defrontaram o V. Setúbal, numa partida que terminou com uma igualdade, a um golo.

É verdade que Alex Telles, na minha opinião, é melhor a defender que Miguel Layún mas este eclipse de um jogador que sobretudo, ofensivamente, é muito mais capaz que Maxi e nos jogos de campeonato, em que as equipas jogam mais fechadas, pode e deve ser uma mais-valia para contrariar o deserto de ideias ofensivas que paira no reino do Dragão.

Um caso que a SAD portista tem de resolver e que, com certeza, está dependente da chegada, ou não, de um novo técnico para o Dragão.

Foto de Capa: FC Porto

Comentários

Artigo anteriorA (des)ilusão do vídeo-árbitro
Próximo artigoBrasil pentacampeão mundial no futebol de areia
Eterno apaixonado por futebol, tem no Porto a sua eterna paixão. A atualidade desportiva faz parte da sua génese, lendo desde muito novo os jornais desportivos cuja leitura o avô lhe incutia. Vê jogos de futebol com o seu pai desde os três meses de idade (de pequenino é que se torce o pepino). Joga futebol e futsal com os amigos sempre que pode. Tem também pelo ciclismo um apreço especial. Fora de Portugal é adepto incondicional do Tottenham Hotspur e do Real Madrid.                                                                                                                                                 O Telmo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.