Anterior1 de 3Próximo

fc porto cabeçalho

Com o onze esperado para este jogo com a manutenção de Diogo Jota na frente de ataque com André Silva, NES ataca este jogo a saber que a vitória era o único resultado que interessava às ambições portistas na Liga dos Campeões.

Um adversário que ainda não tinha somado qualquer ponto e qualquer golo nos primeiros dois jogos desta fase de grupos, mas que se tornaria um adversário extremamente difícil para os dragões.

Primeiros dez minutos com o Porto a não conseguir estabilizar o seu jogo, a deixar que este estivesse partido e as ocasiões de jogo a surgirem todas pelos belgas com dois remates perigosos defendidos por Casillas. O golo surge da passividade defensiva que, incapaz de tirar a bola da grande área, permitiu uma recarga a Vossen aos 12 minutos (outrora apontado ao Futebol Clube do Porto), premiando a boa entrada em jogo do Club Brugge. A partir deste momento, os azuis e brancos a conseguirem estabilizar o jogo e, criando uma oportunidade, num cabeceamento de Otávio, a sair por cima da baliza de Butelle.

O FC Porto com esta estabilização emocional e a manter a posse de bola, circulando-a entre os seus jogadores, criou mais duas boas oportunidades num remate à entrada da área de Herrera e um cabeceamento de Marcano, ambos defendidos pelo guarda-redes do Club Brugge. O miolo do terreno sempre muito congestionado, e o FC Porto a não conseguir lateralizar e explorar o flanco do adversário, tendo os belgas sempre vantagem nos duelos individuais. A partir dos 25/30 minutos, o Brugge voltou a estabilizar e a mostrar as debilidades defensivas dos azuis e brancos (hoje amarelos), nomeadamente, na cobertura defensiva à entrada da área portista, muito débil e permeável às segundas bolas sempre ganhas pelos belgas.

O FC Porto, ao entrar na 2ªparte com o mesmo XI, conseguiu guardar mais a bola na sua posse mas, no início, a fazê-lo sem criar grandes dificuldades para a baliza belga. Contudo, à passagem do minuto 60, com as entradas de Brahimi e Jesús Corona para as saídas de Diogo Jota e Herrera, o jogo mudou e o Porto melhorou, criando desequilíbrios constantes na defesa do Brugge e, conseguindo obter o maior aval ofensivo na segunda parte criando várias oportunidades. Esta melhoria portista culminou no golo de Layun após um bom contra ataque (assistência de Otávio que mais tarde seria substituído por André André).

O Brugge sempre que chegava à área portista criava dificuldades (e foram bastantes as oportunidades mas sempre resolvidas) mas nunca capitalizou as oportunidades, tendo Brahimi e Corona continuando a criar dores de cabeça, com André Silva a conseguir segurar a bola e dar espaço para a penetração dos alas azuis e brancos. Foi através de um lance individual de Corona que ganhou um penalti (bem assinalado), tendo o jovem André Silva marcado, com muita frieza, o penalti que selaria a vitória dos dragões que ganha, assim, uma nova vida nesta Liga dos Campeões, faltando três jogos, cada um deles, uma final a ser ganha.

Anterior1 de 3Próximo

Comentários