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Com as surpresas nos onzes titulares de Jonas (fora) e de Marega (dentro), ambas equipas entraram em campo seguras, mas pouco agressivas. Um primeiro quarto de hora muito tático, equilibrado (apesar de se notar um Benfica um pouco superior) e sem riscos de parte a parte.

Grande oportunidade para o Porto aos 18′, mas é assinalado fora de jogo a Felipe e, aos 25′ com Soares a atirar ao lado após combinação de Marega. Pouco antes do intervalo, aparição de San Iker após a mais clara oportunidade de golo do Benfica. Vale a pena registar o amarelo mostrado a Sérgio Oliveira como resultado de uma intervenção desleixada, arriscada e desnecessária.

Iniciada a segunda parte do clássico, via-se um Benfica adormecido e um Porto a crescer no jogo.

O momento do golo portista
Fonte: FC Porto

Um jogo muito sofrido, com um Porto que, ainda que superior, voltou a não exibir um futebol de qualidade.

O Benfica bem que aguentou até aos 90′, mas Herrera apanhou a bola e nem hesitou nem falhou.

Aos 92′ os jogadores encarnados ainda pediram falta sobre Zivkovic na área do Porto mas Artur Soares Dias nem precisou de assistência do VAR para nada assinalar.

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