Anterior1 de 4Próximo

Cabeçalho Futebol Nacional

Tudo a postos para a primeira das duas meias finais da Taça da Liga. Vitória, sendo um histórico no nosso futebol (venceu, inclusive, a primeira edição desta competição) é já um clube mais do que habituado a estas andanças das taças e das finais. Por sua vez, a equipa da Oliveirense fez história e, por isso mesmo, estava mais do que motivada para este embate.

Ambas as equipas não estão bem nas respetivas classificações e, como tal, viam esta competição como a forma ideal para salvar a temporada. Tendo isso em conta, ambos os treinadores optaram por lançar os seus habituais titulares. Tanto José Couceiro como Pedro Miguel queriam, definitivamente, chegar à final.

Ainda antes do quinto minuto de jogo já se andava perto do golo. Num livre ainda distante da baliza, João Teixeira rematou para uma boa intervenção de Coelho. Estava feito o aviso sadino!

Logo de seguida, dois minutos volvidos, a Oliveirense também cheirou o golo. Numa jogada rápida, João Amorim lançou e isolou Riascos. Este, bastante pressionado e com Pedro Trigueira já a seus pés, atirou para uma boa intervenção do guarda redes.

Por volta do décimo minuto, de novo a Oliveirense a tentar o golo. Numa rápida e simples jogada, Riascos voltou a aparecer com liberdade na área e tentou o golo. Estava lá Trigueira para sorte dos sadinos.

Um minuto depois, novo livre perigoso, desta feita para a equipa do segundo escalão. Ricardo Tavares rematou com efeito e atirou a bola às malhas laterais. A Oliveirense demonstrava assim que estava melhor e que não temia a equipa do Vitória.

Gonçalo Paciência foi um dos jogadores mais influentes da partida  Fonte: FPF
Gonçalo Paciência foi um dos jogadores mais influentes da partida
Fonte: FPF

Grandes primeiros vinte minutos em Braga. Embora com maior destaque por parte da equipa da Oliveirense, o jogo estava vivo e mexido. Previa-se, assim, um bom espetáculo típico de taça e de eliminatória.

Vinte minutos passados surgiu a melhor oportunidade da primeira parte. Num contra-ataque rapidíssimo, o ataque dos vermelhos assustou os sadinos. Piascos assistiu João Amorim que atirou, de fora da área, a bola ao poste. Na ressaca do lance Sérgio Ribeiro enviou a bola ao outro poste. Já se cheirava a golo para a Oliveirense e o Vitória pouco ou nada mostrava.

Sem merecer e contra a corrente do jogo, o clube primodivisionário colocou-se a ganhar (minuto vinte e sete). Num canto bem batido no lado direito, Gonçalo Paciência apareceu sozinho e de rompante junto da pequena área, atirando ao poste. Quase como um matraquilho, o próprio cabeceou de novo e atirou a contar. Estavam abertas as hostilidades na Pedreira.

A bola foi ao centro e rapidamente chegou à área sadina. Ricardo Tavares centrou e, já dentro da área, um defensor sadino cortou a bola com a mão. Manuel Mota não hesitou e assinalou penalti. Na cobrança do mesmo, Diogo Valente atirou com força sem qualquer tipo de hipóteses para Pedro Trigueira. Contudo, a bola embateu com estrondo na barra e o resultado manteve-se.

Anterior1 de 4Próximo

Comentários