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Em Londres, a noite foi condimentada com lampejos de glamour e uns salpicos sonoros de ambiente de estádio de futebol (trazidos pela franja do público fora dos convidados de honra, situados dois degraus acima da elite do futebol) dado o esforço da FIFA em tornar a atribuição do prémio de melhor jogador do mundo num espetáculo mais ajustados aos olhos (e ouvidos) dos adeptos de futebol mais novos… e mais velhos, como Patrick Stewart, que se confessou mais deslumbrado com esta cerimónia que com as dos Óscares.

Por entre atuações musicais, grafismos atrativos e vídeos de fazer ir à lágrima, o espetáculo fluiu pela mão do ‘playmaker’ Idris Elba, mestre de cerimónias, que foi chamando ao lendas do futebol para anunciar os vencedores das diversas categorias de prémios. Giroud foi o primeiro a subir ao palco para receber o prémio Puskas, seguiram-se outros que disponibilizamos na página seguinte.

Para o fim ficou o prémio de melhor do ano. Era para isso que toda a gente lá estava. Para ver coroar o melhor do ano… mesmo que já se soubesse quem era. Cristiano Ronaldo, pois claro.

A previsibilidade, porém, não tirou brilho nem peso histórico ao troféu erguido pelo internacional português. Somou o segundo “The Best” e o quinto prémio de melhor jogador do ano recebido pela FIFA (o mesmo deve acontecer na “Ballon D’Or”), igualando, finalmente, Messi neste particular duelo de… extra-terrestres.

 Foto de capa: The Guardian

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